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segunda-feira, 28 de julho de 2014

Comentários em vídeo de um ex-Corregedor da PMERJ - 3º vídeo

Prezados leitores, no dia 11 de agosto de 2011, a juíza Patrícia Acioli saiu sozinha do Fórum de Niterói, dirigindo seu veículo particular e sofreu uma emboscada quando chegou em frente a sua residência, sendo cruelmente assassinada.
O Coronel Paúl, ex-Corregedor Interno da PMERJ, fez uma série de vídeos com comentários sobre fatos ligados às investigações e aos julgamentos dos Policiais Militares que foram condenados.
Aconselhamos que antes de assistirem a 3a parte, assistam os vídeos anteriores (Link).
Nós encerramos a fase sobre a falta de segurança da juíza Patrícia Acioli com esse vídeo, responsabilidade que não foi apurada na investigação e no próximo vídeo entraremos na análise do inquérito policial e do processo.
Assista o 3º vídeo (aqui)

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Réu confesso do assassinato da juíza Patrícia foi condenado a 21 anos de pena, reduzida por delação premiada


Rio - O PM Sérgio Costa Júnior, réu confesso no assassinato da juíza Patrícia Acioli, foi condenado pela 3ª Vara Criminal de Niterói por formação de quadrilha e homicídio triplamente qualificado. Durante leitura da sentença, o juiz Peterson Barros Simão disse que "Cada tiro representou dor", sobre o número de disparos feito pelo acusado na vítima.
A condenação estipulou 18 anos por homicídio triplamente qualificado e mais três por formação de quadrilha, totalizando 21 anos de pena. O juiz decretou ainda a perda do cargo público do acusado, que deixa de ser policial militar.
"Minha filha foi vingada", disse dona Marly Lourival, de 76 anos, mãe da juíza Patrícia Acioli, ao final do julgamento, entre lágrimas.
O cabo obteve 12 anos e seis meses de redução da pena dois dois crimes, pelo benefício da delação premiada. Do total, 11 pelo homicídio triplamente qualificado e um ano e seis meses por formação de quadrilha.
Sérgio foi o responsável por 18 dos 21 tiros que atingiram a magistrada, em agosto do ano passado. De acordo com o promotor de Justiça Leandro Navega, o cabo confirmou apenas a participação no homicídio, denunciando outros policiais militares.
Na sentença o juiz Peterson Barroso Simão, da 3ª Vara Criminal de Niterói, considerou o crime de “extrema ousadia” e de “muita gravidade”. Réu confesso, o cabo assumiu ter atirado 15 vezes na direção da juíza. A defesa buscava uma redução maior.
— As declarações dele contribuíram para as descobertas do crime [...] todavia a redução da pena será fixada no valor mínimo — afirmou o juiz, durante a leitura da sentença sobre a delação premiada.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

O Povo precisa saber da verdade!

As investigações já tinham determinado...
A divisão de homicídios já tinham chegado aos executores...


Mas a família da Juíza, não ficou satisfeita, vejam reportagem abaixo:
Três policiais militares suspeitos do assassinato da juíza Patrícia Acioli tiveram as prisões temporárias decretadas no domingo, um mês após a morte da magistrada. O tenente Daniel dos Santos Benitez, os cabos Sérgio Costa Júnior e Jefferson Araújo Miranda trabalhavam no Grupo de Ações Táticas (GAT) do 7.º Batalhão da Polícia Militar (BPM), em São Gonçalo, cidade da região metropolitana do Rio de Janeiro, onde Patrícia comandava a 4.ª Vara Criminal. Os PMs foram indiciados por homicídio duplamente qualificado.

Família desconfia de conclusões da polícia
A família da juíza Patricia Acioli recebeu com desconfiança a notícia de que seus assassinos foram identificados. Para Humberto Nascimento, primo da magistrada, as conclusões apresentadas “não batem” com a investigação independente realizada pela família. Nascimento acredita que outros policiais participaram e afirma que houve “apoio logístico e acobertamento do 7.º BPM (São Gonçalo) e do 12.º BPM (Niterói) na execução de Patrícia”.
“São peixes pequenos. Queremos saber quem mais está envolvido. Para a família, alguém deu a ordem que eles cumpriram”, disse Márcia Acioli, 44 anos, irmã da juíza, depois da missa em homenagem a Patrícia, promovida pela a Associação dos Magistrados do Brasil, na Igreja da Candelária, no Centro...

Comento:
Foi a partir daí que inesperadamente surgiu a delação premiada...
Um dos Cabos depois em juízo voltou atrás e confirmou a suspeita de todos... (advogados e parentes dos policiais acusados injustamente)
“Fui forçado a assinar um depoimento já pronto”
“Houve uma delação no início, mas eu não confirmo. Eu estava na DAS [Delegacia Anti-Sequestro], encarcerado. Eu tive várias visitas do comissário Guimarães [José Carlos, que atua na Delegacia de Homicídios] e se eu não aceitasse fazer a deleção iria para Bangu 1 [Complexo Penitenciário da zona oeste do Rio]. Ele mostrou um documento já assinado, que me mandava para o Presídio de Catanduvas, caso eu não aceitasse fazer a delação nos moldes do que ele estava me propondo. Eu só pensei na minha família.”
"Ele [José Carlos] me levou para uma cela “que mais parecia um porão”, fui coagido a confessar a participação na morte por um benefício pela delação premiada e também me pressionaram a acusar o tenente-coronel Cláudio Luiz de Oliveira”
“ Eu fiquei na cela da DH apenas de calça jeans, e não recebi alimentação na delegacia”
Esta postagem, é para a reflexão das pessoas que injustamente acusam, sem saber da verdade...
A MORTE DA JUÍZA FOI UMA BARBARIDADE!
MAS A CONDENAÇÃO DE INOCENTES NÃO LHE FARÁ JUSTIÇA!!!