Mostrando postagens com marcador caso juiza Patricia Acioli. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador caso juiza Patricia Acioli. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Comentários em vídeo de um ex-Corregedor da PM - 4º parte

Prezados leitores, no dia 11 de agosto de 2011, a juíza Patrícia Acioli saiu sozinha do Fórum de Niterói, dirigindo seu veículo particular e sofreu uma emboscada quando chegou em frente a sua residência, sendo cruelmente assassinada.
O Coronel Paúl, ex-Corregedor Interno da PMERJ, fez uma série de vídeos com comentários sobre fatos ligados às investigações e aos julgamentos dos Policiais Militares que foram condenados.
Aconselhamos que antes de assistirem a 4a parte, assistam os vídeos anteriores:

1a parte) https://www.youtube.com/watch?v=Bsm6DnNFxfc

2a parte) https://www.youtube.com/watch?v=JzJu_PXl44w
3a parte) https://www.youtube.com/watch?v=rILomyXZ_2M 

Salvo melhor juízo, existem fortes indícios de que alguns PMs foram acusados, condenados e presos, mas sem existir prova nos autos que os incrime.

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Comentários em vídeo de um ex-Corregedor da PMERJ - 3º vídeo

Prezados leitores, no dia 11 de agosto de 2011, a juíza Patrícia Acioli saiu sozinha do Fórum de Niterói, dirigindo seu veículo particular e sofreu uma emboscada quando chegou em frente a sua residência, sendo cruelmente assassinada.
O Coronel Paúl, ex-Corregedor Interno da PMERJ, fez uma série de vídeos com comentários sobre fatos ligados às investigações e aos julgamentos dos Policiais Militares que foram condenados.
Aconselhamos que antes de assistirem a 3a parte, assistam os vídeos anteriores (Link).
Nós encerramos a fase sobre a falta de segurança da juíza Patrícia Acioli com esse vídeo, responsabilidade que não foi apurada na investigação e no próximo vídeo entraremos na análise do inquérito policial e do processo.
Assista o 3º vídeo (aqui)

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Comentários em vídeo de um ex-Corregedor da PMERJ - 2º vídeo

Prezados leitores, no dia 11 de agosto de 2011, a juíza Patrícia Acioli saiu sozinha do Fórum de Niterói, dirigindo seu veículo particular e sofreu uma emboscada quando chegou em frente a sua residência, sendo cruelmente assassinada. 
O Coronel Paúl, ex-Corregedor Interno da PMERJ, fez uma série de vídeos com comentários sobre fatos ligados às investigações e aos julgamentos dos Policiais Militares que foram condenados.
Assista o 2º vídeo (aqui)

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Comentários em vídeo de um ex-Corregedor da PMERJ - 1º vídeo

Prezados leitores, no dia 11 de agosto de 2011, a juíza Patrícia Acioli saiu sozinha do Fórum de Niterói, dirigindo seu veículo particular e sofreu uma emboscada quando chegou em frente a sua residência, sendo cruelmente assassinada.
O Coronel Paúl, ex-Corregedor Interno da PMERJ, fez uma série de vídeos com comentários sobre fatos ligados às investigações e aos julgamentos dos Policiais Militares que foram condenados.
Assista o 1º vídeo (aqui)

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Começo esta postagem pelo fim

Pelo fim de um processo vergonhoso para o mundo do direito, pelo fim da violação de princípios das garantias e direitos de um cidadão, mas não pelo fim da nossa luta em mostrar a verdade, em mostrar que as pessoas que deveriam proteger os atributos fundamentais da ordem jurídica, e garantir a não violação da Lei, a não violação de vários princípios constitucionais, não o fizeram, por motivos que a população ainda desconhece, foi cometido uma série de injustiças com cidadãos de bem, e consequentemente seu familiares.
 
Ontem (14/04/14) aconteceu o Julgamento dos últimos PMs acusados de envolvimento na morte da Juíza, onde o aconteceu já era de se esperar, e algumas pessoas e autoridades sabem disso, por que anteriormente já havia os avisado. Eu não tenho bola de cristal, mas aconteceu exatamente o que me foi denunciado e o que eu repassei para essas autoridades, esperando agora, depois do fato consumado, que tomem providências a cerca disso.
 
Ontem o SD Lentz, que era acusado por homicídio triplamente qualificado, por ter levado ao conhecimento dos autores da execução da vitima, a juíza Patrícia Acioli, o endereço de residência da mesma, foi então solicitado sua desclassificação pelo Promotor Leandro Navega.

Não que eu não ache que o SD Lentz teria que ser absolvido e/ou desclassificado, eu acho que ele deveria ter sido impronunciado, assim como acho também que outros 6 PMs injustiçados também deveriam ter sido impronunciados, mas foram condenados.
 
Não que eu não ache que o SD Lentz teria que ser absolvido e/ou desclassificado, eu acho que ele deveria ter sido impronunciado, assim como acho também que outros 6 PMs injustiçados também deveriam ter sido impronunciados, mas foram condenados.

Pela sua desclassificação, o SD Lentz por ter ficado preso já há mais de 02 anos, vai para casa, por já ter cumprido uma pena maior do que a que foi imposta pelo Judiciário. Como esse dano sofrido por ele e seus familiares serão reparados?? Nunca! Este dano é irreparável!

Senão, vejamos o argumento do Ilustre Promotor de Justica: “ ... "Ele não é santo. Tem 80% de chance de ele saber , mas para chegar em casa e dormir tranquilo precisaria ter 100%" ver na integra:
 
A pergunta que fica no ar é: Como então ele pode ter 100% de certeza, no caso, o SD Medeiros, que desde as primeiras audiências, o Delator do Processo disse que ele não sabia?

“(...) que pelo que sabe ninguém comunicou ao soldado Medeiros que estavam indo cometer o atentado no dia 11 de agosto; que o soldado Medeiros não sabia da intenção (planejamento) de matar a Juíza, nem na primeira nem na segunda oportunidade;(...)
 
Se uma delação serve para condenar, ela deveria servir também para absolver, afinal o SD Medeiros foi envolvido neste processo por conta desta delação, em que no momento do depoimento deste delator, ele generalizou utilizando-se da palavra “GAT” envolvendo a todos, mas em primeira oportunidade ele se retratou, e fez esta consideração acima em audiência, antes mesmo de sua condenação. (que é para o povo não dizer que depois de condenado seria fácil ele livrar a cara de alguns)

Então o que o Promotor, ou melhor, o Ilustre Promotor “acha”, é soberano?

Não encontrei nenhum dever ético ou princípio que conste no CF de que o “achômetro” do MP é soberano.

Encontrei sim, o princípio da inocência presumida, ou melhor, o princípio do ""in dubio pro reo"", já que uma condenação exige certeza absoluta, fundada em dados objetivos indiscutíveis, não bastando a probabilidade, pois, na dúvida é preferível absolver um culpado do que condenar um inocente. Objeto de várias decisões jurisprudenciais no TJ, STJ e STF.

Existe também um dever do membro do MP que é o de tratar com urbanidade as partes, testemunhas, funcionários e auxiliares da justiça.

Mas não foi bem isso que aconteceu em vários julgamentos, e quem assistiu pode confirmar, principalmente no julgamento do Coronel.
 
“O Promotor Público que injuriar o réu, ou mesmo vexá-lo sem estrita necessidade. Mais do que violação da ética, isso constitui covardia, na rigorosa expressão da palavra. É também impolítico, desastrado, contraproducente esse procedimento pelo péssimo efeito, pelo desrespeito da função, pelo descrédito do orador.” Roberto Lyra
 
 
Continuaremos a lutar para provar a inocência desses 6 PMs, por que do contrário estaríamos sendo injustas, e assim como o Promotor deste caso, queremos dormir com a nossa consciência tranquila.










 

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Cartas Marcados - Parte III - Os impedidos!

 


E ainda tem gente que não acredita!!!

Mais uma vez ficou comprovado que covardia mesmo, quem é mestre em fazer é o Judiciário.

Ontem na condenação do PM Carlos Adílio, podemos verificar a trama cometida pelo Poder Judiciário, começando pelo início do julgamento na fase do sorteio dos jurados.

Uma coisa que até agora eu não consegui entender...
Se alguém souber pode me explicar?

Estiveram presente 23 jurados para que se chegasse através de sorteio aos 7 jurados que fariam parte do julgamento do PM Carlos Adílio, são eles:

ADRIANA CARDOSO DE SOUZA;
ALESSANDRO CÂMARA DE SOUZA;
ALESSANDRO MARCOLINO OLIVEIRA;
BÁRBARA CHRISTINA CARDOSO MUNIZ;
 CARLOS ROBERTO DA SILVA;
DAMÁCIO MENDES;
DANIELLE SOARES PEREIRA;
ELOÁ SANTOS DA SILVA;
ELZA TERESA PASSOS CAMBRAIA FURLANI;
 FELIPE DE OLIVEIRA SAMPAIO;
FERNANDA MAX MELLO;
GERALDO MOREIRA PACHECO;
ISLANE AGUIAR COSTA PEIXOTO;
KELLY CRISTINA SOUZA CARDOSO MARINHO;
LUCIANO GOMES ZAMBROTTI;
LUIZ CARLOS PIACENTINI DA CUNHA;
LUIZ CLAUDIO DE SIQUEIRA HAMMES;
MARCELLE DE ARAUJO LOPES;
MÔNICA MOURA DA SILVA BRUNO;
TACIANA DE ARAGÃO TAVARES;
TATIANA DA SILVA PAULA;
 TATIANA RIBEIRO SAMPAIO DA SILVA;
 THAYSA MARIA RIBEIRO GARCIA.

Desses 23 jurados 7 foram impedidos por terem participado do julgamento do Sérgio Costa Junior no dia 04 de dezembro de 2012. São eles:
1. ALESSANDRO PEREIRA LOPES;
 2. JACQUELINE ROCHA MARIANNO;
3. ALEX DA SILVA PIRES;
4. CARLOS ALBERTO DE SOUZA;
5. ARISTIDES DOS SANTOS NEVES;
6. JAQUELINE DA COSTA MACIEL;
7. MARCELO ASSUNÇÃO VIEIRA.

E mais 7 também foram impedidos por terem participado do julgamento de Jefferson, Junior e Falcao, em 29 de janeiro de 2013. São eles:
1. LUIZ CARLOS PIACENTINI DA CUNHA;
2. FELIPE DE OLIVEIRA SAMPAIO;
3. ÉRICA RODRIGUES DA SILVA;
4. TATIANA RIBEIRO SAMPAIO DA SILVA;
5. ELZA TEREZA CAMBRAIA FURLANI;
6. LUIZ CLÁUDIO SIQUEIRA HAMMES;
7. DAMÁCIO MENDES.

Restando apenas 9 jurados para que sejam sorteados 7 Cartas Marcadas!!!
Como se chegam a estes 23 jurados? O Tribunal de Juri da 3º Vara Criminal de Niterói só tem esses 23 jurados? Não é possível!!!
Como será no próximo julgamento? Se somar os 7 do 1º julgamento + os 7º do 2º julgamento + os 7 do terceiro só vão sobrar 2 jurados para o próximo julgamento...
Isso é Brasil!!!
 
Assim fica fácil condenar inocentes e depois colocar o sorriso na TV se dizendo satisfeito, queria ver fazendo o certo, se é capaz!!!
Para que não acredita acesse a sentença pelo processo: 1036362-90.2011.8.19-0002
 

Como será que está se sentindo o Tenente Daniel Benitez?



Como será que ele se sente vendo mais um inocente sendo condenado?!?

Até quando ele será negativa de autoria?

Até quando inocentes vão pagar por uma barbaridade em que ele foi o causador?

Será que ele aguentará ver esses inocentes serem condenados? Um a um???

Vai fechar os olhos e vai continuar brincando com a vida dos outros?

Acorda Daniel! Você não quis ser o rei da PMERJ? Faça por onde agora, seja homem uma vez na vida e assuma os seus erros!

Você poderia ter livrado aqueles que você sabe que não tem nada a ver isso, com essa sua discrepância...

Acredita que vai ser inocentado?

Pelo menos seja um condenado honrado!!!

Honre as calças que veste!
Ainda há tempo!!!

Me desculpe, mas não consigo ficar calada, e por ter certeza que não ficarei!!!

Sabemos que o homem basta vestir a farda para deixar de ser inocente, mas aí ser acusado de matar alguém, aí já é demais!!!

Você é uma vergonha, não só para nós que sabemos de toda a verdade, mas para uma corporação interira que é a PMERJ.

segunda-feira, 25 de março de 2013

Cartas Marcadas - Parte II

Dando ênfase à postagem “ Cartas Marcadas” exibida neste blog no dia 31 de janeiro, após injustamente inocente ter sido condenado por jurados “Marcados” para fazer esta condenação.

Segue uma foto sobre uma reportagem de um julgamento, que apesar de parecer, não foi o julgamento em que o Soldado Medeiros, Cabo Jefferson e Cabo Falcão foram julgados, esta foto é de outro julgamento, apesar de os jurados serem praticamente os mesmos:
3 pessoas foram as mesmas que participaram do julgamento, as outras 4 pessoas são as mesmas dentre os 21 que estavam esperando para ser sorteado.
A pergunta que fica no ar: No tribunal do Juri de Niterói existe uma lista de 100 pessoas que se inscreveram para ser jurados, para cada julgamento são sorteados 21 nomes que deverão comparecer ao fórum no dia do julgamento, dessas 21 pessoas, é sorteado no início da 1º sessão do julgamento 7 nomes que irão participar como jurado do julgamento. Como pode, e ao meu ver é muita consciência, as mesmas pessoas na foto acima estarem presentes no julgamento do Caso da Juíza? Além disso  as mesmas pessoas serem sorteados nos 21 nomes de uma lista de 100? E essas pessoas também terem sido sorteados para os 7 a participarem do júri? É muita consciência!!
Os verdadeiros culpados por esta covardia precisam responder por isso! 
Abaixo segue um link para quem quiser ver como se forma um tribunal do júri: 
Como são escolhidas as pessoas que formam o júri popular?
A cada processo, são sorteados 21 nomes que devem comparecer ao julgamento. Essas pessoas são intimadas a estar no Fórum no dia da sessão. Desses 21, apenas 7 são sorteados para compor o  Conselho de Sentença, o grupo que ouve a acusação e a defesa para definir a culpa ou não do réu. Esse sorteio é feito pouco antes do início do julgamento. 
Fonte: http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/perguntas_respostas/juri_popular/index.shtml

domingo, 10 de março de 2013

Mais um Julgamento de inocente marcado



Carlos Adílio será julgado no dia 16 de abril de 2013, ele fazia parte da guarnição, porém estava afastado cerca de 3 meses antes do assassinato da juíza, estando impossibilitado de ajudar, estimular ou planejar o brutal assassinato da juíza, mais isso não foi o bastante para que o juiz pedisse a sua absolvição, mais uma vez eu pergunto será que foi somente por que era uma juíza? Claro que sim! Se todos estivessem sido julgados com ética a maioria não teria sido pronunciado a júri, mas como o juíz estava sofrendo “pressões superiores” o fez por suas razões de “crescimento profissional” afinal irá a desembargador este ano!

E assim paralelamente inocentes estão nas mãos de um povo (jurados) manipulados pela mídia imparcial.

Esperamos ver neste julgamento a verdadeira justiça sendo feita, os jurados não podem estar em conluio com a promotoria, não podem se deixar levar pela peça teatral que irão assistir do promotor Leandro Navega, será que só iremos ver a justiça do homem quando estes processos chegarem em mãos de pessoas éticas e profissionais do STF?
Sinceramente esperamos que não,  queremos ver este inocente saindo deste tribunal inocentado, pois é assim que deve ser...
Carlos Adílio é mais um injustiçado pelo Poder Judiciário, e não pode ser injustiçado também pelo povo manipulado!
Carlos Adílio assim como a maioria dos inocentes não estava respondendo a nenhum processo até ser acusado de envolvimento neste crime brutal, mas a enorme covardia por parte do Poder Judiciário e de umas investigações informais foi levado a responder por outros processos somente para não chegar a este julgamento sem nada de contra à sua conduta.
Essa covardia em colocar mais processos para eles responderem é tão normal que acontece em vários casos, somente o povo é que não enxerga isso!!!
Nós que estamos dentro do problema vemos muito mais que covardias, vemos falta de ética e profissionalismo!!! Tudo a favor do crescimento profissional!!!
Isso tem que acabar!
Espero que dia 16 de abril se inicie um ciclo de verdade sobre este caso, por que nós das famílias injustiçadas não iremos sossegar e não deixaremos esta injustiça vencer!

 

sábado, 1 de dezembro de 2012

A espera do julgamento...


A espera do julgamento...
 
 
Nós, familiares dos INOCENTES, aguardamos ansiosamente pelo julgamento do réu confesso, Sérgio Costa Junior, que será julgado no dia 4 de dezembro as 8:00 horas no Tribunal do Júri de Niterói.

Esperamos que ele continue falando a verdade, e não seja pressionado a falar  nada além da verdade em troca de redução de pena.
Este julgamento é muito importante para os inocentes, pois todos esperam que realmente a justiça seja feita.

A maioria dos PMs são acusados de saber da intenção de matarem a juíza, e não ter feito nada para impedir... Sendo que em juízo o próprio réu confesso diz não se lembrar se no momento desta ciência, todos eles estavam presentes... Isso é muito sério!
E ainda assim a pergunta que fica no ar é: Se realmente todos soubessem da intenção, o que eles poderiam fazer? Veja bem, saber da intenção, não é saber do planejamento...

Se a própria juíza não teve a segurança que ela solicitou às autoridades, simples PMs teriam? O que aconteceria com estes PMs, caso eles soubessem e denunciassem? Preciso responder?
A verdade é: ninguém, além dos executores sabiam do que estava para acontecer...
Foi uma barbaridade a morte da juíza, mas a condenação de inocentes não irá lhe fazer justiça!!!

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Julgamento marcado! Esperamos que realmente Justiça seja feita e a covardia com inocentes acabe!!!

Esta marcado para o dia 04/12 ás 08:00 o júri do acusado SÉRGIO COSTA JÚNIOR, o réu confesso.
Os réus JUNIOR CEZAR DE MEDEIROS, JEFFERSON DE ARAÚJO MIRANDA e JOVANIS FALCÃO JUNIOR, que não recorreram da decisão do TJ, irão a júri no dia 29/01 ás 08:00.
 Esperamos que a justiça seja feita para os inocentes, as famílias esperam e lutam por isso há mais de 01 ano.
 Mais acima de tudo, que seja feita a vontade do nosso senhor Deus, o maior dos juízes, o maior dos advogados. Sabemos que Ele mais do que ninguém sabe da verdade e não desamparará um filho justo seu!
 Queremos JUSTIÇA tanto para nossas famílias quanto para a família Acioli!


Não podemos esquecer:
O ASSASSINATO DA JUÍZA FOI UMA BARBARIDADE, MAS NÃO SE FAZ JUSTIÇA CONDENANDO INOCENTES!

Oração para os inocentes injustiçados:

Meu Senhor, pelos Santos Inocentes, quero Vos rogar hoje por todos aqueles que são injustiçados, sofrem ameaças, são marginalizados e incompreendidos.

Entrego-Vos, de maneira especial, as vezes em que foram injustiçado. Dai-los o dom do Espírito Santo, para que eles sejam curados de todas as marcas e feridas que há em seus corações e, pelo poder do seu Nome, Senhor Jesus, que  seja derramado também o dom do perdão perante aqueles que os injustiçaram.
Amém.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Eles sabem que tem inocentes!!!

Processo de expulsão parado



Um ano e dois meses depois da morte da juíza Patrícia Acioli, em Niterói, o processo administrativo da Polícia Militar, que pode resultar na expulsão dos 11 policiais acusados do crime, está parado. Uma decisão da Justiça do Rio suspendeu ação, a pedido da defesa do tenente-coronel Cláudio Oliveira - comandante do 7 BPM (São Gonçalo) na época do crime e apontado como mandante da morte da magistrada.

Preso na penitenciária federal de Mato Grosso do Sul, o oficial pediu a paralisação do processo sob alegação de que tem o direito, por lei, de estar presente às sessões do conselho. Com a vitória do tenente-coronel, a ação no conselho foi paralisada para todos os policiais acusados.

- A PM chegou a cogitar que o conselho acontecesse em Mato Grosso, mas o Cláudio não tem recursos para levar testemunhas e para lá, e ele teria que arcar com a despesa. Além disso, se a polícia espera a decisão judicial para decidir se ele fica ou não na corporação, evita injustiças - opina o advogado de Claudio , Lucio Antônio Cabral.

Policiais estão com problemas psicológicos

O julgamento interno da PM só poderá ser retomado após a finalização do processo criminal ao qual os policiais respondem. Além do ex-comandante do 7 BPM, está em presídio federal o tenente Daniel Santos Benitez Lopez. Eles foram transferidos em dezembro do ano passado.

Dois policiais que também respondem pelo crime enfrentam problemas psicológicos. Com recomendações médicas, Charles de Azevedo e Sammy dos Santos estão, desde abril, em Bangu 8. De acordo com Leandro Rego, advogado de Sammy, o PM já tentou se matar duas vezes e toma antidepressivos.

- Ele não aguentou a pressão. Ficou desesperado. Em 11 anos de polícia, nunca tinha respondido por nada. E ainda teve a morte do pai. Ele já tentou cortar os pulsos e se enforcar - contou.

Alvira Dias, advogada de Charles, disse que o policial está com "sérios problemas de saúde", e também toma diariamente medicamentos.


quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Delegado Alan Luxardo é acusado de forçar testemunhas a incriminarem coronel Beltrami

Essa prática está se tornando cada vez mais comuns nas investigações, não foi diferente com o Caso da Patrícia Acioli.

Foi dito em juízo por um dos delatores do caso da juíza Patrícia Acioli:

“Fui forçado a assinar um depoimento já pronto”

“Houve uma delação no início, mas eu não confirmo. Eu estava na DAS [Delegacia Anti-Sequestro], encarcerado. Eu tive várias visitas do comissário Guimarães [José Carlos, que atua na Delegacia de Homicídios] e se eu não aceitasse fazer a deleção iria para Bangu 1 [Complexo Penitenciário da zona oeste do Rio]. Ele mostrou um documento já assinado, que me mandava para o Presídio de Catanduvas, caso eu não aceitasse fazer a delação nos moldes do que ele estava me propondo. Eu só pensei na minha família.”

"Ele [José Carlos] me levou para uma cela “que mais parecia um porão”, fui coagido a confessar a participação na morte por um benefício pela delação premiada e também me pressionaram a acusar o tenente-coronel Cláudio Luiz de Oliveira”

“ Eu fiquei na cela da DH apenas de calça jeans, e não recebi alimentação na delegacia”

Delegado Alan Luxardo é acusado de forçar testemunhas a incriminarem coronel Beltrami
A audiência da tarde do último dia 13, num processo de tráfico de drogas e associação ao tráfico, era apenas mais uma das centenas realizadas diariamente no Fórum da capital, no Centro do Rio. A sessão, no entanto, terminou com um delegado da Polícia Civil, que é candidato a vereador, acusado de crimes graves.

De acordo com os depoimentos de três réus, Alan Luxardo, que na época dos fatos denunciados era titular da Delegacia de Homicídios de Niterói e de São Gonçalo, ofereceu a eles benefícios no processo, caso incriminassem o coronel da Polícia Militar Djalma Beltrami, ex-comandante do 7º BPM (São Gonçalo), indiciado na mesma ação. Um deles disse ainda que Luxardo pediu dinheiro para livrá-lo do processo.

O EXTRA reconstituiu, com informações de sete fontes diferentes, o que foi dito na sessão. Com pouco mais de uma hora de atraso, entre 14h e 14h20m, teve início a audiência, na sala da Central de Assessoramento Criminal do Tribunal de Justiça.

Com 14 advogados presentes, o depoimento de Jaqueline Viviane - que, de acordo com a denúncia do Ministério Público, era companheira do traficante Maico dos Santos de Souza, o Gaguinho - causou rebuliço no ambiente. Sem usar gírias e muito bem orientada pela defesa, Jaqueline disse que, chamada por Luxardo para prestar depoimento, foi pressionada pelo ele a falar algo que incriminasse o coronel Beltrami. "Se você der informações, podemos te ajudar de alguma forma", teria dito o delegado.

As declarações de Jaqueline foram um baque. O clima ficou tenso na sala de audiências. No depoimento seguinte, de Leonardo Januário, presidente da Associação de Moradores do Mandela, em Manguinhos, Zona Norte do Rio, as denúncias continuaram. Com um jeito engraçado, que acabou arrancando risadas dos presentes, Leonardo também acusou Luxardo de pressioná-lo para conseguir provas de que Beltrami tinha envolvimento com o tráfico. Em troca, não teria a prisão temporária pedida.

O terceiro réu a fazer denúncias contra Luxardo, Marcos Antônio da Glória Fontes Junior, o Zóio, fez uma acusação mais grave: Luxardo teria pedido uma quantia em dinheiro para não indiciá-lo. Além disso, Zóio disse ter recebido visitas onde está preso, em Magé, de policiais que trabalham com Luxardo, para ameaçá-lo.

Zóio, segundo a denúncia do MP, é ladrão de carros e segurança do traficante Marcelinho Niterói, morto em novembro do ano passado. E, assim como os outros réus que fizeram denúncias contra Luxardo, está preso. Beltrami responde ao processo em liberdade.


Juiz Mudou de Idéia

Diante das denúncias apresentadas, os advogados dos réus pediram que o Procurador-Geral de Justiça e a Corregedoria da Polícia Civil fossem acionados. No dia da audiência, o juiz Márcio da Costa Dantas, da 2ª Vara Criminal de São Pedro da Aldeira, deferiu o pedido. Uma semana depois, voltou atrás e suspendeu a decisão.

Para o advogado de Beltrami, Rodrigo Roca, o episódio é "estarrecedor":

- Em circunstâncias normais, o mínimo que se podia esperar era que o juiz e o promotor tomassem a iniciativa de investigar. No momento em que isso não é averiguado, me parece que passam a ser objeto de investigação o juiz e o promotor, que se omitiram diante da notícia.

As polêmicas no processo não param por aí. Duas semanas após a audiência, a gravação audiovisual da sessão não está disponível na internet. Como processo é eletrônico, o conteúdo das audiências é gravado, e, depois, fica disponível na internet. Não há mais registros das declarações por escrito.

Luxardo: "Isso é , no mínimo, surreal"

Alvo das denúncias dos réus do processo, o delegado Alan Luxardo garantiu que tem gravações desmentindo as acusações.

- Isso é, no mínimo, surreal, então não tenho nem o que falar sobre isso. Somente que é um grande absurdo, uma manobra da defesa para tentar descredenciar alguma coisa - afirmou ele.

O advogado de Beltrami rebateu as declarações do delegado.

- Como pode ser manobra, se estamos falando de três pessoas que nem se conheciam, e que não tinham nenhuma conexão com o coronel? - questionou Roca.


Procurados, o Ministério Público e o Tribunal de Justiça não quiseram se pronunciar, ambos com o argumento de que o processo corre em segredo de Justiça. Pelo mesmo motivo, juiz e promotor não quiseram dar declarações. A Corregedoria Geral da Justiça, porém, informou que o juiz Marcio da Costa Dantas responde a um processo administrativo discplinar. O motivo da a abertura do procedimento foi que o magistrado descumpriu uma ordem do desembargador Paulo Rangel.

O corregedor da Polícia Civil, delegado Gilson Emiliano, não foi localizado para comentar o episódio envolvendo Luxardo. Já a Corregedoria Geral Unificada informou que não tem qualquer tipo de averiguação ligada ao episódio.

Declarações

" A verdade está começando a aparecer, está vindo à tona" Djalma Beltrame (Coronel da Polícia Militar).

" É uma vergonha", Paulo Rangel (Desembargador, em relação às denúncias de que LUxardo coagiu os três réus).

" Quem está falando essas coisas de mim vai responder criminalmente por isso", Alan Luxardo (Delegado da Polícia Civil).

" Esse é um processo marcado por situações inusitadadas. Essa (a omissão do juiz e do promotor) é a maior delas", Rodrigo Roca ( advogado do coronel Djalma Beltrame).

"Não sei o que estou fazendo aqui. Não quero morrer não, doutor", Leonardo Januário (presidente da associação de moradores do Mandela, durante audiência do processo)

Acesse e veja a matéria completa:
Delegado Alan Luxardo é acusado de forçar testemunhas a incriminarem coronel Beltrami