segunda-feira, 25 de junho de 2012

Nova titular da 4º vara criminal de São Gonçalo

Esta postagem assim que li, entendi da seguinte maneira, e sublinhei o que acho fundamental em um julgamento...





Sobre Clamor público...
“O juiz jamais deve se basear no clamor público, sob pena de deixar de ser um juiz de direito e se tornar um justiceiro. A sociedade tem que saber que o magistrado é aquele cara que vai agir conforme as regras existentes para dar o devido andamento processual e garantir os direitos de todos os envolvidos. Clamor público só serve para vender jornal”.

Sobre a brilhante investigação que a DH fez...
“Inúmeros casos chegam à Justiça capengas, com provas deficientes e sem as formalidades necessárias à consolidação de um processo criminal. Para mudar esse quadro a juíza ressalta que cabe ao governo do estado aparelhar melhor as delegacias de polícia. “

“Uma juíza que vai agir sempre de acordo com a Constituição da República e as nossas leis. Este é o recado à população de São Gonçalo. “É obrigação do magistrado demonstrar sua dedicação ao trabalho e tratar todos os colegas, funcionários, réus, vítimas e testemunhas com muito respeito”. 

Esta Juíza com certeza ganhou pontos com toda uma sociedade, ainda mais os que estão sendo injustiçados por este caso (Caso da Juiza Patrícia Acioli), ela no mínimo sabe da injustiça que foi cometida e da falta do dever do Juiz que conduziu o julgamento deste caso ... Aliais quem dentro do Poder Judiciário, não sabe?

Vejam abaixo a entrevista completa...clicando no link abaixo
Parabéns Juiza Alessandra da Rocha Lima Roidis !!!

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This post so read, understood as follows, and I stressed that I think the key in a trial ...
About Public Clamor ...
"The judge should never be based on public outcry, on pain of ceasing to be a court of law and become a vigilante. The company must know that the magistrate is the guy who will act as the existing rules to provide appropriate procedural progress and ensure the rights of all involved. Public outcry only serves to sell newspapers. "
About the brilliant research that the DH did ...
"Many cases come to court lame, with no evidence disabled and formalities necessary for the consolidation of a criminal prosecution. To change this situation, the judge emphasized that it is the state government to better equip police stations. "


On the proper treatment, especially to the defendants ... (See article where the Deputy Bolsonaro explains how the PMs were treated by the old Judge)"A judge who will always act in accordance with the Constitution and our laws. This is the message to the population of São Gonçalo. "It is the duty of the magistrate to demonstrate their dedication to work and treat all colleagues, employees, defendants, victims and witnesses with great respect."The judge certainly earned points with a whole society, especially those who are being treated unfairly in this case (Case Judge Patricia Acioli), she at least knows of the injustice that was committed and the lack of duty of the judge who conducted the trial of this if ... Allais who within the judiciary, do not you?
See below the complete interview by clicking the link below ...
Congratulations Judge Alessandra da Rocha Lima Roidis!http://www.soumaisniteroi.com.br/noticias/39-cidade/29786-sem-medo-da-violencia-urbana.html





quinta-feira, 14 de junho de 2012

Quantos “Sérgio Cerqueira Borges” irá precisar ter, para que as autoridades acordem do sono do descaso?

Estão querendo cometer a mesma injustiça com alguns PMs acusados de envolvimento na morte da Dr. Patrícia Acioli.
A maioria dos PMs foram envolvidos por fazerem parte da mesma guarnição...Sem se quer saber do que estava para acontecer...

Até quando nossas autoridades vão fechar os olhos para a verdade?
Até quando inocentes e seus familiares irão sofrer com as injustiças?


Entenda o que aconteceu com Sérgio Cerqueira Borges... E como A INJUSTIÇA QUEIMA A ALMA E PERECE A CARNE.

"...Poucos sabem, mas há um PM no caso de Vigário Geral que acabou se tornando vitima. Trata-se de Sérgio Cerqueira Borges, conhecido como Borjão.

Borjão foi um dos presos que em 1995 já eram vistos como inocentes, colocados no meio apenas por ser do 9º BPM. A inocência de Borjão no caso era tão patente que ele inclusive foi o depositário de um equipamento de escuta pelo qual o Ministério Público pôde esclarecer diversos pontos em dúvida.

Borjão foi expulso da PM antes mesmo de ser julgado pela chacina. Era preso disciplinar por "não atualizar endereço".

Borjão conta até hoje que deu depoimento em seu Conselho de Disciplina sob efeito de tranqüilizantes, ainda no Batalhão de Choque. Seus auditores sabiam disto. "No BP-Choque, fomos torturados com granadas de efeito moral as vésperas do depoimento no 2º Tribunal do Júri, cujos fragmentos foram apresentados à juíza, que enviou a perícia. Isto consta nos autos, mas nada aconteceu", conta Borjão, hoje sem uma perna e com a saudade de um filho, assassinado em circunstâncias misteriosas, sem que ele nada pudesse fazer.

"No Natal fui transferido para a Polinter. Protestei aos gritos contra a injustiça. e Me mandaram para o hospital psiquiátrico em Bangu mas, por não ter sido aceito, retornei e em dias fui transferido para Água Santa. Lá também fui espancado e informei no dia seguinte em juízo, estando com diversos ferimentos, mas sequer fiz exame de corpo delito. Transferido para o Frei Caneca, pude ajudar a gravar as fitas com as confissões e em seguida fui transferido para o Comando de Policiamento do Interior. Após a perícia das fitas fui solto. Dei entrevistas me defendendo e tive minha liberdade provisória cassada e me mandaram para o 12ºBPM a fim de me silenciarem. No júri, fui absolvido. Meus pedidos de reintegração à PM nunca foram respondidos".

A história de Borjão ao longo de todos estes 15 anos só não supera mesmo a dor de quem perdeu alguém na chacina. Mas eu não estaria exagerando se dissesse que Sérgio Cerqueira Borges acabou se tornando uma vítima de Vigário Geral. "Tive um filho com 18 anos assassinado por vingança. Sofri vários atentados e um deles, a tiros, me fez perder parcialmente os movimentos da perna esquerda. Sofro de diabete, enfartei aos 38 anos e vivo com um tumor na tireóide. Hoje em dia tento reintegração à PM em ação rescisória, o processo é o número 2005.006.00322 no TJ, com pedido de tutela antecipada para cirurgia no Hospital da PM para extração do tumor. Portanto, vários atentados à dignidade humana foram cometidos. As pessoas responsáveis nunca responderão por diversas prisões de inocentes? Afinal foram 23 inocentes presos por quase quatro anos com similares seqüelas. A injustiça queima a alma e perece a carne!", desabafa Borjão.

Borjão hoje conta com ajuda da OAB para lutar por sua reintegração. Mas o desafio é gigantesco.
Triste ironia do destino: o policial hoje mora em Vigário, palco da tragédia que o jogou no limbo.
NÃO PODEMOS DEIXAR QUE AS INJUSTIÇAS SEJAM UMA COISA NORMAL NA VIDA DO POVO.
ISSO TEM QUE ACABAR!!!!


quarta-feira, 6 de junho de 2012

Estão brincando de investigar...



Quem luta contra injustiça, fica indignado com mais esta que estão fazendo com PMs inocentes neste caso...

Esta nova denúncia, foi o maior absurdo que vimos até agora acontecer neste caso.

E a mídia, sem ter acesso ao processo divulga...

Mas a verdade está dentro do processo e irei listar aqui com o intuito de desmentir mais esta versão...


Versão do MP:

" Policiais desfizeram o local do crime ao determinar a remoção da vítima já morta...."
VERDADE: O garoto não foi levado morto, ele morreu na porta do hospital., foi chamado a ambulância que levou o menino com vida ao hospital...


Versão do MP:

"Os Pms apresentaram, fraudulamente, por ocasião da lavratura do auto de resistência, uma pistola Taurus calibre 380, diversas munições, um carregador municiado, um tablete e 81 sacolés de maconha como se fossem de propriedade de Anderson..."
A VERDADE: Além disso tudo, os PMs apresentaram também a identidade de um traficante do morro, que estava de posse com este Anderson, isto eles não mencionam... Não entendemos o por quê?!?


Versão do MP:

"As investigações da delegacia de homicídios de Niterói São Gonçalo (DHNSG), apontam que no dia 29 de julho de 2011, por volta das 23 horas, na Estrada das Palmeiras, no bairro Salgueiro, em São Gonçalo, os policiais militares Daniel Benitz, Jovanis Falcão, Jeferson de Araújo, Charles Tavares, Sérgio Junior, Alex Ribeiro e Junior Medeiros mataram a tiros Anderson Matheus da Silva."
A VERDADE: Anderson levou um tiro na perna quando tentava fugir dos PMs. Alex Ribeiro não poderia ter sido denunciado neste processo, pois o mesmo trabalhou interno neste dia à pedido da própria juiza Patrícia Acioli (tem documentos que comprovam), Junior Cesar de Medeiros, não poderia ter sido denunciado neste processo, ele era apenas o motorista da guarnição, não podendo simplismente largar a viatura para subir o morro com o restante dos PMs, akém disso dentro do processo o próprio delegado diz que ele não estava.


Versão do MP:

" O homicídio de Anderson foi praticado para assegurar a impunidade do auto de resistência de Diego Beline, no intuito de intimidar testemunhas..."
A VERDADE: As testemunhas do caso do Diego Beline eram sigilosas, como eles sabiam então?!?



E por derradeiro...

O laudo da morte desse Anderson que inclusive também consta no processo foi:
MORTE POR EXCESSO DE COCAÍNA!!!

ISSO A MÍDIA NÃO DIVULGA!!!

Isso tudo é muito estranho, mas não iremos deixar que a mentira prevaleça...

Iremos fazer um tsunami de justiça!!!!

Sabemos que no caso da Juíza Patrícia Acioli, os assassinos estão presos, mas os INOCENTES TAMBÉM!!!

A GLOBO ERROU FEIO!

Fonte: Extra On line
“ O Cabo Alexandre Quintanilha dos Santos, um dos policiais acusados de participar da execução da juíza Patricia Acioli, foi excluído da corporação por envolvimento num esquema de falso cadastramento para empregos temporários...”

Vejam abaixo a lista dos réus neste caso:


 Tem algum Alexandre Quintanilha dos Santos???
Não sei o que acontece, não acredito que a GLOBO, uma emissora de jornalismo tão "conceituada" deixaria passar um ERRO deste...
Tudo o que acontece é sobre o caso da juíza????
Este é um erro imperdoável... Merece uma reparação a este cabo, por danos morais...
Cuidado Globo com o que veicula por aí....
A GLOBO ERROU FEIO!!!!

Links que também erraram feio:

E muitos outros...


segunda-feira, 28 de maio de 2012

Será que as verdades começarão a aparecer?!? Estamos esperando por isso!!! E JUSTIÇA!!!


Caso arquivado por Patrícia Acioli pode ser reaberto
Vejam:

http://oab-rj.jusbrasil.com.br/noticias/3132609/caso-arquivado-por-patricia-acioli-pode-ser-reaberto

Está nas mãos do procurador-geral de Justiça do Rio, Cláudio Lopes, uma decisão delicada. Caberá a ele reabrir ou não o inquérito que investigou a morte do técnico em eletrônica Bruno Souza Pinheiro da Silva, baleado por dois PMs em outubro de 2000. O caso foi arquivado em 2009 pela juíza Patrícia Acioli, mas em abril deste ano o sucessor da magistrada na 4 Vara Criminal de São Gonçalo, Fábio Uchoa, anulou a decisão. Motivo: Patrícia arquivara um inquérito que tinha como suspeito o próprio companheiro, o PM Marcelo Poubel.

Conhecida por agir com rigor contra policiais envolvidos em corrupção e grupos de extermínio, Patrícia foi assassinada em agosto do ano passado. Na ocasião, 11 policiais do 7 BPM (São Gonçalo) foram presos por envolvimento no crime, inclusive o ex-comandante da unidade, tenente-coronel Cláudio Luiz de Oliveira. A sentença de Uchoa não reabre o inquérito automaticamente. Como o arquivamento foi pedido pelo Ministério Público, a palavra final será do procurador-geral. Cláudio Lopes poderá manter o arquivamento ou designar um novo promotor para reabrir o inquérito. A terceira hipótese, mais improvável, é designar um promotor que já ofereça denúncia contra os dois suspeitos (Poubel e o também PM Alex Cristian Cabral).

PMs dizem ter sido atacados; testemunhas negam

Aos 36 anos, Bruno foi morto pelos dois policiais, então lotados no 7 BPM, em frente a um bar perto de sua casa, no Morro do Feijão, em São Gonçalo. O estudante Fabrício José de Almeida, de 14 anos, foi ferido gravemente na mesma ação, tendo os rins e o baço perfurados por um tiro. De acordo com testemunhas, os PMs entraram na favela atirando. O então comandante do 7 BPM, tenente-coronel Miguel Mendonça, alegou que a equipe foi recebida a tiros. Pela versão da PM, Bruno e Fabrício foram baleados pelos bandidos.

Fábio Uchoa disse na decisão que era notório e divulgado à sociedade por todos os meios de comunicação que o PM Marcelo Poubel, um dos autores (confesso) dos disparos contra as vítimas, "mantinha um relacionamento íntimo e duradouro com a juíza". Para ele, em decorrência dessa relação com o PM, Patrícia Acioli não poderia ter atuado no caso

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Delator do caso irá responder também por ter desviado os projéteis que matou a juiza

http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2012/05/pm-do-caso-patricia-acioli-tambem-sera-julgado-por-desvio-de-projeteis.html

O juiz Március da Costa Ferreira, da Auditoria da Justiça Militar, aceitou nova denúncia do Ministério Público do Rio contra o cabo Sérgio da Costa Júnior. Ele, que é um dos onze denunciados por envolvimento na morte de Patrícia Acioli, em 2011, é acusado de desviar da Polícia Militar os projéteis usados na execução da juíza, conforme noticiou a coluna de Ancelmo Gois nesta segunda-feira (14).
Segundo o Tribunal de Justiça (TJ) do Rio, Sérgio foi denunciado por peculato - quando um funcionário público usa o cargo para tirar qualquer tipo de vantagem

Comento:
Esse tipo de informação nos faz parar para pensar... Será que realmente houve um mandante para este crime? Aonde está a participação do restante do GAT neste crime?
Pensem...
A princípio as investigações chegaram em 03 pessoas, O tenente e dois cabos, o restante dos acusados, não apareceram em nada!!!
A família da Juiza Patrícia Acioli, queria que houvesse um mandante a todo custo...
Depois que o Cabo Sérgio Costa Júnior sob pressão, coação e constrangimento, optou por beneficiar-se da delação premiada...
Vejam bem... Um réu confesso em troca de redução de pena, envolveu todo o GAT, e olha que incrível!!! Acharam um mandante!!!
O crime foi cometido por este réu confesso e com ajuda, segundo ele, do tenente, em juízo ele disse:
“ estou muito arrependido, minutos depois eu já estava muito arrependido..”

Quando o Juiz perguntou a ele o motivo de tantos disparos, ele respondeu:

“ foi um momento de muita raiva, ódio... Eu estava me sentindo injustiçado...”

E vocês sabem por que ele estava se sentindo injustiçado??
Por que a Dr. Patrícia Acioli tinha acabado de decretar a prisão dele e do restante da guarnição. O único que ficou de fora nesta prisão foi o Soldado Junior Cezar de Medeiros.
Ele, Sérgio Costa Júnior, tinha ficado sabendo desta prisão horas antes de matar a juíza, quando uma advogada ligou informando que a juíza tinha decretado a prisão deles por causa de um auto de resistência. (auto de resistência, para quem não sabe, é quando alguém morre em confronto com a PM).
Ora, se eles já estavam tramando a morte da Juiza, por que não o fizeram antes? Por que eles esperaram ela decretar a prisão deles?
Simples de se responder:
Por que não houve planejamento, eles resolveram acabar com a vida da juiza por um impulso de raiva, ódio...
Naquele dia (11 de agosto de 2011) eles sabiam desde cedo que a juíza estava com o papel em sua mesa para assinar ou não a prisão deles, a advogada na época tinha avisado e estava tentando evitar, quando eles souberam que a juíza tinha assinado a prisão deles, eles resolveram a matar, por pura vingança...
Pergunto: Por que precisa de um mandante?

Agora o MP público denuncia este mesmo réu confesso delator, por ter desviado as munições que mataram a juíza, E ONDE ESTÁ A PARTICIPAÇÃO DOS OUTROS? Se os outros PMs ajudaram, planejaram, incentivaram... Poxa... Deixaram tudo nas mãos do réu confesso? Não ajudaram nem a desviar as munições? Fizeram o quê, então eles???
A maioria estava em casa, não sabia de nada que estava para acontecer, mas hoje eles estão em BANGU 1.

Isto é justo Povo????
Vamos acordar BRASIL!


terça-feira, 15 de maio de 2012

Policiais Militares enjaulados em Bangu 1




A legislação determina que os Policiais Militares sejam acautelados em Organizações Policiais Militares, ponto final. Não existe o que interpretar, não existe exceção, a legislação é de uma "clareza solar", pegando uma expressão emprestada de uma famosa representante do poder judiciário.

Pior, o governo alega para não cumprir a lei que a Unidade Prisional da PMERJ, o antigo Batalhão Especial Prisional (BEP), não é confiável, o que poderia permitir a concessão de regalias ou a fuga dos acusados. Se isso é verdade, a culpa é do próprio governo, que tem tudo para reverter essa situação, o que não pode é usá-la como desculpa para descumprir a legislação.

Além disso, os Policiais Militares podem ficar acautelados em qualquer outra  Organização Policial Militar, um em cada uma, se o governo quiser e sob forte esquema de vigilância, basta querer. O que não pode continuar acontecendo é o descumprimento da lei por parte do governo.
O governo não pode agir na direção contrária ao ordenamento jurídico, isso desestrutura todo sistema legal, como está ocorrendo com o encarceramento de Policiais Militares em local diverso do legal.

Comento:
A Justiça pública está, não somente encarcerando indevidamente um ser humano, como também está o colocando em um regime mais gravoso, onde nem mesmo  encontra-se muitos perigosos marginais conhecidos do Poder Judiciário.